{"id":47,"date":"2013-03-22T14:41:18","date_gmt":"2013-03-22T14:41:18","guid":{"rendered":"https:\/\/church-event.vamtam.com\/?page_id=37"},"modified":"2019-02-24T14:18:50","modified_gmt":"2019-02-24T14:18:50","slug":"biografia-paula-victor","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/biografia-paula-victor\/","title":{"rendered":"Biografia &#8211; Francisco de Paula Victor"},"content":{"rendered":"<div class=\"push\" style='height:30px'><\/div>\n<div class=\"row \"><div class=\"wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended\" style=\"padding-top:0px;padding-bottom:0px\" id=\"wpv-column-44ae8a8e3f3a28513c0c516c599c5a3a\" ><p style=\"text-align: left;\"><span class='dropcap2 '>F<\/span><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">oi no dia 12 de abril de 1827, na pequena cidade de Campanha, no sul do Estado de Minas Gerais, na fazenda da senhora Mariana de Santa B\u00e1rbara Ferreira, que a escrava Louren\u00e7a Justiniana de Jesus deu \u00e0 luz um menino, que foi batizado no dia 20 do mesmo m\u00eas com o nome de Francisco de Paula Victor. Como no dia 12 de abril o Martirol\u00f3gio [cat\u00e1logo dos m\u00e1rtires que foram santificados pela Igreja] indicava, entre outros, o nome de S\u00e3o V\u00edtor, acredita-se que da\u00ed tenha-se originado o seu sobrenome.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Na fazenda de D. Mariana, sua madrinha e educadora, Francisco cresceu, sempre admirado e amado por todos. Era um garoto robusto, cheio de sa\u00fade e obediente. O seu car\u00e1ter piedoso fazia-o espelho para os demais. Tendo sido extremamente pobre, nunca abandonou a mod\u00e9stia e a disciplina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Acredita-se que ele n\u00e3o tenha sido criado como cativo, pelo fato de sua madrinha e senhora D. Mariana, propriet\u00e1ria da fazenda ter sido abolicionista.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Ainda jovem, Francisco de Paula Victor aprendeu o of\u00edcio de alfaiate. Mas aos 21 anos de idade, sentiu um outro desejo: o de ser padre. Assim, aproveitando a visita a sua cidade de D. Ant\u00f4nio Ferreira Vi\u00e7oso, bispo de Mariana, o jovem alfaiate foi ter com ele, confessando-lhe o desejo e a voca\u00e7\u00e3o religiosa. Dom Vi\u00e7oso, certificado de suas boas inten\u00e7\u00f5es, nada mais fez sen\u00e3o anim\u00e1-lo no digno prop\u00f3sito de tornar-se um sacerdote. Logo depois aconselhou-o a estudar latim e m\u00fasica. Ajudado por sua madrinha e &#8220;senhora&#8221;, Victor dedicou-se com muita perseveran\u00e7a, no in\u00edcio com dificuldade, mas em poucos meses de dedica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 dominava ambas as mat\u00e9rias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Assim, em 5 de junho de 1849, apareceu no Semin\u00e1rio de Mariana um negrinho corpulento, de cara chata, nariz esparramado e muito bei\u00e7udo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Vestido pobremente, supunham os seminaristas que aquele moleque feio vinha para ser ajudante na cozinha ou para outro qualquer servi\u00e7o subalterno.<\/span><\/div><\/div>\n\t\t<div class=\"sep-text single centered\">\n\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sep-text-before\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"content\">\n\t\t\t\t\n<h2 class=\"text-divider-double\">O semin\u00e1rio, as humilha\u00e7\u00f5es e a vit\u00f3ria<\/h2>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<span class=\"sep-text-after\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\n<div class=\"row \"><div class=\"wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended\" style=\"padding-top:0px;padding-bottom:0px\" id=\"wpv-column-60ff8ff921f2dd42948b9325922fbc71\" ><p>Ao saberem os colegas seminaristas que o negro era como eles, um estudante e candidato ao sacerd\u00f3cio, ficaram at\u00f4nitos, A sua admiss\u00e3o no Semin\u00e1rio causou desagrado aos estudantes orgulhosos, que se sentiram deprimidos por terem que conviver ao lado de um negro. E comentavam uns com os outros: Como \u00e9 poss\u00edvel ser um padre, um ministro de Deus, um negro t\u00e3o feio, um tipo t\u00e3o hediondo? Foi necess\u00e1ria a interven\u00e7\u00e3o do bispo de Mariana, D. Vi\u00e7oso, para acalmar os \u00e2nimos dos exaltados seminaristas, dizendo a eles que aquele negro possu\u00eda alma alv\u00edssima.<\/p>\n<p>Uma vez que o bispo o admitira no semin\u00e1rio, no meio deles, os brancos, e n\u00e3o na cozinha ou na cocheira, como queriam, come\u00e7aram a menosprez\u00e1-lo, a reduzi-lo a mero criado. E incrementaram as humilha\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p><em>&#8211; &#8220;Negro, escove as minhas botas.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; &#8220;Bei\u00e7udo, limpe a minha roupa.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; &#8220;Macaco, arranje essa cama.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; &#8220;Sim, senhor. \u00c9 para isso mesmo que eu vim.&#8221; respondia Francisco e sem nenhuma relut\u00e2ncia o humilde estudante preto, executava as recomenda\u00e7\u00f5es recebidas.<\/em><\/p>\n<p>Essa docilidade lhe valeu, logo mais, o afeto e o carinho de todos os seminaristas, que passaram a consider\u00e1-lo, dedicando-lhe respeito e aten\u00e7\u00e3o. Ningu\u00e9m mais se envergonhava da sua companhia, e todos com ele ombreavam, fraternalmente.<\/div><\/div>\n\t\t<div class=\"sep-text single centered\">\n\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sep-text-before\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"content\">\n\t\t\t\t\n<h2 class=\"text-divider-double\">O ordenado e a cidade de tr\u00eas pontas<\/h2>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<span class=\"sep-text-after\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\n<div class=\"row \"><div class=\"wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended\" style=\"padding-top:0px;padding-bottom:0px\" id=\"wpv-column-7cc6d19a381403b45c01c5c5e06dab47\" ><p>Francisco de Paula Victor foi ordenado por D. Vi\u00e7oso, em 14 de junho de 1851, aos 24 anos de idade. Permaneceu, ap\u00f3s ordenado, quase um ano em Mariana, sendo, ent\u00e3o, nomeado vig\u00e1rio da cidade de Tr\u00eas Pontas, tamb\u00e9m Minas Gerais, em 18 de junho de 1852.<\/p>\n<p>Assumindo a dire\u00e7\u00e3o espiritual dos trespontanos, sentiu logo que al\u00e9m da pr\u00e1tica religiosa, era necess\u00e1rio dar instru\u00e7\u00e3o ao povo. E, sem aux\u00edlio algum dos poderes p\u00fablicos, Padre Victor, como passou a ser conhecido, fundou o Col\u00e9gio Sagrada Fam\u00edlia, onde os alunos encontraram al\u00e9m da instru\u00e7\u00e3o o vestu\u00e1rio e, sobretudo, o exemplo pr\u00e1tico das mais edificantes e s\u00f3lidas virtudes.<\/p>\n<p>Igreja de Nossa Senhora da Ajuda em Tr\u00eas PontasPadre V\u00edtor foi diretor e professor do Col\u00e9gio por mais de 30 anos, contando sempre com a colabora\u00e7\u00e3o gratuita de diversos professores daquela regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Foram numerosos os estudantes, uns internos e outros em regime semi-aberto, admitidos no Col\u00e9gio, gratuitamente. Afirma um historiador campanhense que, no ano de 1874, nada menos que 186 alunos estavam ali recebendo educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o. Padre V\u00edtor fez de muitos filhos de fam\u00edlias pobres, homens de cultura que passaram a sobreviver da intelig\u00eancia e da educa\u00e7\u00e3o que ali receberam.<\/p>\n<p>Durante 53 anos de ininterrupta atividade, Padre Victor foi o p\u00e1roco da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, da cidade de Tr\u00eas Pontas, nunca deixando os fi\u00e9is sem a celebra\u00e7\u00e3o da missa dominical.<\/p>\n<p>A fama de &#8220;cidade piedosa e acolhedora&#8221; de que goza Tr\u00eas Pontas, at\u00e9 hoje, \u00e9, em grande parte, devida a esse generoso protetor e benfeitor.<\/p>\n<p>A mod\u00e9stia do seu trato, a bondade de seu olhar, a humildade de sua palavra, toda sua vida, enfim, t\u00e3o simples e pura, demonstravam a nobreza do seu car\u00e1ter. Para ele todas as felicidades do mundo se concentravam em servir a Deus, a vivenciar o Evangelho de Jesus, amando o semelhante despretensiosamente.<\/div><\/div>\n\t\t<div class=\"sep-text single centered\">\n\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sep-text-before\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"content\">\n\t\t\t\t\n<h2 class=\"text-divider-double\">As necessidades, a caridade e a ajuda dos c\u00e9us<\/h2>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<span class=\"sep-text-after\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\n<div class=\"row \"><div class=\"wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended\" style=\"padding-top:0px;padding-bottom:0px\" id=\"wpv-column-0e46648686281f848f88a8ffb3b560a6\" ><p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">A sua resid\u00eancia era um verdadeiro &#8220;hotel&#8221;, principalmente dos pobres, que ali dormiam e se refaziam, restabelecendo suas condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e espirituais. Muitos leprosos foram por ali hospedados e tratados com dignidade e amor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Narra o sr. Francisco Ant\u00f4nio Rabelo de Mesquita, ent\u00e3o ac\u00f3lito de Padre Victor, que certa manh\u00e3 o vig\u00e1rio sa\u00eda para a igreja, quando a criada lhe comunicou que n\u00e3o havia nem caf\u00e9 nem a\u00e7\u00facar. Ele n\u00e3o teve dinheiro para deixar-lhe, a fim de que comprasse o que faltava.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">A missa foi celebrada em homenagem a uma pessoa falecida em outra localidade. Quem a solicitou deu a esp\u00f3rtula num envelope fechado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Voltando para a casa, Padre Victor foi abordado por uma mulher que lhe implorava certa quantia pra adquirir rem\u00e9dio para o filho doente, pois o farmac\u00eautico n\u00e3o lhe permitia o pagamento posterior da medica\u00e7\u00e3o. Na mesma hora o vig\u00e1rio tirou do bolso o envelope fechado e o entregou \u00e0 mulher. Minutos depois, ela o procura em sua resid\u00eancia para devolver-lhe o envelope, j\u00e1 que nele a quantia existente era muito acima do valor do rem\u00e9dio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><em><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&#8220;S\u00e3o seus, j\u00e1 lhos dei&#8221;, replicou o nobre sacerdote.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Vivia em extrema pobreza. Tudo o que ganhava dava-o aos pobres. Certa vez, uma senhora chamada Joana, sua vizinha, fez um prato de ab\u00f3bora d&#8217;\u00e1gua e mandou uma pessoa levar para a irm\u00e3 dela. Entretanto, o emiss\u00e1rio n\u00e3o entendeu bem e levou o alimento para o Padre Victor. Ao saber do sucedido, D. Joana foi pedir-lhe desculpas por ter ele recebido um prato t\u00e3o simples, e ele agradeceu dizendo que foi muito bom e providencial, porque naquele dia ele estava com fome e n\u00e3o tinha nada para comer. E, tendo comido aquele prato de ab\u00f3bora ficou muito feliz.<\/span><\/div><\/div>\n\t\t<div class=\"sep-text single centered\">\n\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sep-text-before\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"content\">\n\t\t\t\t\n<h2 class=\"text-divider-double\">O exemplo de vida, enfermidade e desencarna\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<span class=\"sep-text-after\"><div class=\"sep-text-line\"><\/div><\/span>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\n<div class=\"row \"><div class=\"wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended\" style=\"padding-top:0px;padding-bottom:0px\" id=\"wpv-column-d80b87ac2937a48b9bfa847ab45d517c\" ><p>Disse Jesus: &#8220;Curai os enfermos; expulsai os dem\u00f4nios; dai de gra\u00e7a o que de gra\u00e7a recebestes; amai o vosso pr\u00f3ximo como a v\u00f3s mesmos; n\u00e3o possuais nem ouro, nem prata, nem cobre em vossos cintos., Nem alforje para o caminho, nem duas t\u00fanicas, nem alparcas, nem bord\u00e3o, porque digno \u00e9 o oper\u00e1rio do seu alimento&#8221;.<\/p>\n<p>Assim procurou fazer Francisco de Paula Victor, transformando-se no esteio dos desvalidos, no arrimo dos esfaimados, no consolo dos aflitos e na esperan\u00e7a dos atribulados, vivendo para servir, sem nenhuma preocupa\u00e7\u00e3o em ser servido.<\/p>\n<p>Abra\u00e7ou a bandeira de uma ideal para viv\u00ea-lo. Foi um homem c\u00f4nscio de suas responsabilidades. Preparou-se, n\u00e3o para mandar que os outros fizessem, mas para fazer de sua vida um espelho, a fim de que pudesse refletir o seu ideal.<\/p>\n<p>Durante os 78 anos em que ocupou o inv\u00f3lucro carnal, procurou ser sempre fiel a Jesus. Nunca a sua porta fechou-se para as necessidades alheias.<\/p>\n<p>Em 1903, j\u00e1 muito idoso, Padre Victor foi \u00e0 cidade de Po\u00e7os de Caldas, em busca de melhoria para a sua sa\u00fade bastante prec\u00e1ria. Cerca de dois anos ap\u00f3s o seu regresso desta cidade, agravaram-se os seus sofrimentos, vindo a desencarnar \u00e0s 22h do dia 23 de setembro de 1905, ficando insepulto por tr\u00eas dias, exposto a visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, de seu corpo, exalava perfume. O funeral contou com a presen\u00e7a de mais de tr\u00eas mil pessoas.<\/p>\n<blockquote><p>Em 1929, a popula\u00e7\u00e3o ergueu na Pra\u00e7a, que tem o seu nome, uma &#8220;Herma&#8221; contendo os seguintes dizeres:<br \/>\n&#8220;Sua vida foi um evangelho, sua mem\u00f3ria a consagra\u00e7\u00e3o eterna de um exemplo vivo. Homenagem ao valor e \u00e0 virtude&#8221;.<\/p><\/blockquote>\n<p>A esse Esp\u00edrito de Escol que, na continuidade dos servi\u00e7os de Jesus Cristo, ampara-nos e aben\u00e7oa-nos com a sua providencial assist\u00eancia, nossa empobrecida homenagem, nossa admira\u00e7\u00e3o, respeito e muito carinho.<\/div><\/div>\n<div class=\"row \"><div class=\"wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended\" style=\"padding-top:0px;padding-bottom:0px\" id=\"wpv-column-2f5909f302ea0bab1d31e271f44c0e67\" ><p><div class=\"wc-gallery\"><div class='gallery wc-gallery-captions-onpopup gallery-link-file wcowlautowidth wcowlcarousel wc-gallery-bottomspace-five wc-gallery-clear'><div id='gallery-1' class='owl-carousel' data-gutter-width='5' data-columns='5' data-hide-controls='false'><div class='gallery-item item gallery-item-position-1 gallery-item-attachment-29767' style='width:254px'><div class='gallery-icon portrait'><a href=\"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/conego-francisco-de-paula-victor-1160611-4170.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/conego-francisco-de-paula-victor-1160611-4170.jpg' width='254' height='300' alt='' \/><\/a><\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\tPadre Paula Victor\n\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item item gallery-item-position-2 gallery-item-attachment-33591' style='width:215px'><div class='gallery-icon portrait'><a href=\"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Francisco-de-Paula-Vi\u0081ctor-3-1.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Francisco-de-Paula-Vi\u0081ctor-3-1-215x300.jpg' width='215' height='300' alt='' \/><\/a><\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\tPadre Paula Victor\n\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item item gallery-item-position-3 gallery-item-attachment-33590' style='width:188px'><div class='gallery-icon portrait'><a href=\"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Francisco-de-Paula-Victor-4-1.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Francisco-de-Paula-Victor-4-1-188x300.jpg' width='188' height='300' alt='' \/><\/a><\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\tPadre Paula Victor\n\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item item gallery-item-position-4 gallery-item-attachment-29768' style='width:200px'><div class='gallery-icon portrait'><a href=\"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/trespontas01.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/trespontas01.jpg' width='200' height='267' alt='' \/><\/a><\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\t Igreja de Nossa Senhora da Ajuda em Tr\u00eas Pontas\n\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item item gallery-item-position-5 gallery-item-attachment-29769' style='width:225px'><div class='gallery-icon portrait'><a href=\"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Tres-Pontas-164s.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Tres-Pontas-164s.jpg' width='225' height='300' alt='' \/><\/a><\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\tHerma erguido em homenagem ao Padre Paula Victor \n\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item item gallery-item-position-6 gallery-item-attachment-29770' style='width:225px'><div class='gallery-icon portrait'><a href=\"https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Tres-Pontas-167s.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/paulavictor.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Tres-Pontas-167s.jpg' width='225' height='300' alt='' \/><\/a><\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\tDizeres contido no Herma\n\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>oi no dia 12 de abril de 1827, na pequena cidade de Campanha, no sul do Estado de Minas Gerais, na fazenda da senhora Mariana de Santa B\u00e1rbara Ferreira, 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